segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Princípios orientadores do funcionamento do PLNM

A oferta da disciplina de Português Língua Não Materna (PLNM) no currículo dos ensinos básico e secundário encontra-se prevista nos artigos 10.º e 18.º, respetivamente, do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013, de 10 de julho.
Princípios orientadores do funcionamento do PLNM
1. Os alunos de PLNM que se encontrem nos níveis de iniciação (A1, A2) ou intermédio (B1) realizam, nos 6.º e 9.º anos de escolaridade, a prova final de ciclo de PLNM, e, no 12.º ano, o exame final nacional de PLNM, quer estejam ou não a frequentar a disciplina de PLNM em substituição da disciplina de Português.
2. No 1.º Ciclo do Ensino Básico, e sem prejuízo de outras medidas aplicadas no âmbito da autonomia dos Agrupamentos de Escolas/Escolas não agrupadas, designadamente a coadjuvação, o PLNM poderá funcionar na componente de Apoio ao Estudo.
3. Os alunos de PLNM dos níveis de iniciação e intermédio deverão usufruir de estratégias adequadas ao seu nível de proficiência linguística com base na elaboração de um plano de acompanhamento pedagógico, visando o desenvolvimento de conhecimentos e de capacidades no âmbito do português, enquanto objeto de estudo e como língua de escolarização. 
4. A avaliação interna dos alunos de PLNM dos níveis de iniciação (A1/A2) ou intermédio (B1) deverá realizar-se tendo por base os critérios específicos de avaliação de PLNM aprovados em Conselho Pedagógico, bem como os planos de acompanhamento pedagógico elaborados.
5. Salvaguardando-se as devidas adaptações à faixa etária dos alunos, o desenvolvimento de atividades no âmbito do PLNM, ainda que no ensino básico, poderá nortear-se pelas Orientações Programáticas de Português Língua Não Materna (PLNM) – Ensino Secundário, uma vez que este documento se encontra organizado por níveis de proficiência linguística e por áreas temáticas.
Fonte: http://www.dge.mec.pt/outrosprojetos/index.php?s=directorio&pid=233#i

sábado, 18 de outubro de 2014

Falar português é mais-valia para arranjar emprego no FMI



      Domínio de três idiomas, sendo um deles o nosso, pode fazer a diferença entre candidatos a um lugar numa organização internacional. Na altura da entrevista é preciso mostrar conhecimento da entidade a que concorre.
     Falar português pode ser uma vantagem lá fora, pelo menos quando se trata de conseguir um emprego numa organização internacional. Após a abertura de 19 vagas no Programa para Jovens Profissionais da OCDE, o DN foi saber o que é preciso para se conseguir um lugar em organizações como a União Europeia, FMI, ONU ou NATO. E se é certo que quem não domina pelo menos dois idiomas estrangeiros fica quase automaticamente excluído, também é verdade que o português é hoje uma mais-valia.
     A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) está a recrutar jovens para começarem a trabalhar no verão de 2015, na sede, em Paris. Por mês, os eleitos vão receber 4260 euros. Entre os critérios de seleção estão o grau académico avançado, o excelente domínio de uma das línguas oficiais da OCDE (inglês ou francês) e conhecimento ou vontade de aprender outra.
     Leia mais pormenores na edição impressa ou no e-paper do DN.



in  http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4187790&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+DN-Portugal+%28DN+-+Portugal%29

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