segunda-feira, 8 de agosto de 2016

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Princípios orientadores do funcionamento do PLNM



Informações
A oferta da disciplina de Português Língua Não Materna (PLNM) no currículo dos ensinos básico e secundário encontra-se prevista nos artigos 10.º e 18.º, respetivamente, do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, na sua redação atual.
Princípios orientadores do funcionamento do PLNM
1. Os alunos de PLNM que se encontrem nos níveis de iniciação (A1, A2) ou intermédio (B1) realizam, no 9.º ano de escolaridade, a prova final de ciclo de PLNM, e, no 12.º ano, o exame final nacional de PLNM, quer estejam ou não a frequentar a disciplina de PLNM em substituição da disciplina de Português.
Para informações adicionais, poderá ser consultado o Regulamento das/dos Provas/Exames dos ensinos básico e secundário, emitido anualmente.

2. No 1.º Ciclo do Ensino Básico, e sem prejuízo de outras medidas aplicadas no âmbito da autonomia dos Agrupamentos de Escolas/Escolas não agrupadas, designadamente a coadjuvação, o PLNM poderá funcionar na componente de Apoio ao Estudo.
3. Os alunos de PLNM dos níveis de iniciação e intermédio deverão usufruir de estratégias adequadas ao seu nível de proficiência linguística com base na elaboração de um plano de acompanhamento pedagógico, visando o desenvolvimento de conhecimentos e de capacidades no âmbito do português, enquanto objeto de estudo e como língua de escolarização.
4. A avaliação interna dos alunos de PLNM dos níveis de iniciação (A1/A2) ou intermédio (B1) deverá realizar-se tendo por base os critérios específicos de avaliação de PLNM aprovados em Conselho Pedagógico, bem como os planos de acompanhamento pedagógico elaborados.
5. Salvaguardando-se as devidas adaptações à faixa etária dos alunos, o desenvolvimento de atividades no âmbito do PLNM, ainda que no ensino básico, poderá nortear-se pelas Orientações Programáticas de Português Língua Não Materna (PLNM) – Ensino Secundário, uma vez que este documento se encontra organizado por níveis de proficiência linguística e por áreas temáticas.
6. A escola, no âmbito da sua autonomia e do seu projeto educativo, poderá conceber outras medidas específicas de desenvolvimento do PLNM, designadamente programas de tutoria ou de mentoria.
7. Salienta-se o facto de que os alunos de nacionalidade brasileira, tendo o português como língua materna, não devem ser inseridos em PLNM.
[Atualizado em julho de 2016]

Fonte: http://www.dge.mec.pt/portugues-lingua-nao-materna#inf




segunda-feira, 30 de novembro de 2015

MÁSCARA: «Aos outros, sorris. A ti, lavas-te de lágrimas.»



MÁSCARA

Mascaras-te
Na madrugada.

Crias-te, Vestes-te,
Levantas-te e segues,
No andar confiante,
Gritante, no teu íntimo.

Aos outros, sorris.
A ti, lavas-te de lágrimas.

Aos outros, és feliz.
A ti, adormeces na concha.

Na concha do desespero.

De máscara, te moldas
Num modelo feito de cristal
Que cintila ao sol e de som
Ouve-se o tinir quebrado:
Teu sonho de brado:
FELICIDADE!

Aos outros, és sério.
A ti, rebolas-te na areia.

Aos outros, falas.
A ti, cantas, danças...
... porque és um ser FELIZ!

 Isabel Montes

in Revista Digital «Efémera» de novembro/2015

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Princípios orientadores do funcionamento do PLNM

A oferta da disciplina de Português Língua Não Materna (PLNM) no currículo dos ensinos básico e secundário encontra-se prevista nos artigos 10.º e 18.º, respetivamente, do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013, de 10 de julho.
Princípios orientadores do funcionamento do PLNM
1. Os alunos de PLNM que se encontrem nos níveis de iniciação (A1, A2) ou intermédio (B1) realizam, nos 6.º e 9.º anos de escolaridade, a prova final de ciclo de PLNM, e, no 12.º ano, o exame final nacional de PLNM, quer estejam ou não a frequentar a disciplina de PLNM em substituição da disciplina de Português.
2. No 1.º Ciclo do Ensino Básico, e sem prejuízo de outras medidas aplicadas no âmbito da autonomia dos Agrupamentos de Escolas/Escolas não agrupadas, designadamente a coadjuvação, o PLNM poderá funcionar na componente de Apoio ao Estudo.
3. Os alunos de PLNM dos níveis de iniciação e intermédio deverão usufruir de estratégias adequadas ao seu nível de proficiência linguística com base na elaboração de um plano de acompanhamento pedagógico, visando o desenvolvimento de conhecimentos e de capacidades no âmbito do português, enquanto objeto de estudo e como língua de escolarização. 
4. A avaliação interna dos alunos de PLNM dos níveis de iniciação (A1/A2) ou intermédio (B1) deverá realizar-se tendo por base os critérios específicos de avaliação de PLNM aprovados em Conselho Pedagógico, bem como os planos de acompanhamento pedagógico elaborados.
5. Salvaguardando-se as devidas adaptações à faixa etária dos alunos, o desenvolvimento de atividades no âmbito do PLNM, ainda que no ensino básico, poderá nortear-se pelas Orientações Programáticas de Português Língua Não Materna (PLNM) – Ensino Secundário, uma vez que este documento se encontra organizado por níveis de proficiência linguística e por áreas temáticas.
Fonte: http://www.dge.mec.pt/outrosprojetos/index.php?s=directorio&pid=233#i

sábado, 18 de outubro de 2014

Falar português é mais-valia para arranjar emprego no FMI



      Domínio de três idiomas, sendo um deles o nosso, pode fazer a diferença entre candidatos a um lugar numa organização internacional. Na altura da entrevista é preciso mostrar conhecimento da entidade a que concorre.
     Falar português pode ser uma vantagem lá fora, pelo menos quando se trata de conseguir um emprego numa organização internacional. Após a abertura de 19 vagas no Programa para Jovens Profissionais da OCDE, o DN foi saber o que é preciso para se conseguir um lugar em organizações como a União Europeia, FMI, ONU ou NATO. E se é certo que quem não domina pelo menos dois idiomas estrangeiros fica quase automaticamente excluído, também é verdade que o português é hoje uma mais-valia.
     A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) está a recrutar jovens para começarem a trabalhar no verão de 2015, na sede, em Paris. Por mês, os eleitos vão receber 4260 euros. Entre os critérios de seleção estão o grau académico avançado, o excelente domínio de uma das línguas oficiais da OCDE (inglês ou francês) e conhecimento ou vontade de aprender outra.
     Leia mais pormenores na edição impressa ou no e-paper do DN.



in  http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4187790&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+DN-Portugal+%28DN+-+Portugal%29

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